terça-feira, 20 de março de 2012

Prêmio:Top of Mind RH

A Fênix Editora, empresa especializada em mídias para o segmento de Recursos Humanos, realiza há 15 anos o prêmio Top of Mind de RH. O prêmio tem como fundamento básico identificar e reconhecer as empresas e profissionais mais lembrados por esta comunidade profissional.

   Este ano, como novidade para o 15° TOP OF MIND ESTADÃO DE RH, o prêmio terá um guia Top5; um material com informações de todas as empresas e profissionais indicados, que orientará o Colégio Eleitoral e os participantes do CONARH a escolherem o vencedor em cada categoria. Os indicados serão conhecidos em Maio e a premiação será no mês de outubro  e estaremos aqui com os vencedores.

sábado, 17 de março de 2012

TV N'Ativa com: Ana Paula Padrão

  Sabemos que de falar de ética nunca é demais,principalmente em tempos onde os valores estão deturpados,tanto em nossas casas quanto em coorporações.Neste vídeo a grande jornalista Ana Paula Padrão fala exatamente disso em um seminário Esso-IETV de Telejornalismo(com muito bom humor e sua perfeita fluência verbal)quem quiser saber um pouco mais dessa brilhante profissional basta acessar seu site: http://www.anapaulapadrao.com.br/



quinta-feira, 15 de março de 2012

Comportamento X Competência

No mundo corporativo suas atitudes contam bem mais que seu grau de formação escolar.O funcionário vive em um grupo onde regras básicas de convivência devem ser respeitadas o não cumprimento da mesma pode afetar suas relações socias(dentro da empresa)e levar a exclusão do grupo.

Contratados pelo currículo, demitidos pela atitude.

Baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade. O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional. Até o lançamento do livro “Estruturas da Mente”, do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional. Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão. Diferentemente do QI, que muda muito pouco na idade adulta, a Inteligência Emocional pode ser aprimorada. Embora não seja um processo rápido, o primeiro e grande segredo é o autoconhecimento. É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas, no ambiente de trabalho, e até mesmo na vida pessoal. Para isso, é essencial que se leve em consideração os feedbacks recebidos, seja de um superior, um subordinado ou de parentes e amigos. Saber usar os pontos fortes, controlar os pontos limitantes, relevar os pontos fracos e persistir diante de frustrações são elementos que fazem parte das competências de um profissional com alta Inteligência Emocional. É importante ressaltar que isso não é importante somente na vida corporativa. Um alto nível de QE nos permite perceber melhor quem somos, estabelecer relacionamentos mais saudáveis com aqueles que nos rodeiam, e termos atitudes capazes de tornas nossas vidas muito melhores.

Eduardo Ferraz

Profissão: Consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos.
Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas que precisam de diagnósticos e resultados rápidos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação.

terça-feira, 13 de março de 2012

Demissão Responsável

(É também nos momentos difíceis que o RH pode mostrar a importância do seu papel)

Demissão Responsável é um conceito baseado na legislação européia, que apóia as organizações na gestão e implantação dos seus processos de reestruturação. No Brasil, as primeiras implantações de programas com este conceito foram feitas a partir do final de 1999 e início de 2000 pelas novas concessionárias de telefonia, na primeira fase de reestruturação pós-privatização.
         Atualmente este escopo tem adquirido uma nuance diferente,trata-se de empresas preocupadas com social(pessoas e sua própria imagem perante o mercado) e tem o seguinte objetivo:
·       Verificar a situação sócio-econômica e empregabilidade dos funcionários demitidos.
·       Fornecer treinamentos (reciclagens) sobre a realidade atual do mercado.
·       Encaminhar os funcionários para empresas de sua cidades ou regiões.

         Este fluxograma tem como principal finalidade acompanhar o colaborador ainda sim que o mesmo esteja deixando a corporação assim minimizando os desgastes da demissão,o processo ocorre com toda transparência,trazendo assim uma relação saudável tanto com seu público interno e externo,a empresa neste momento estará presente desde a parte psicológica até a parte técnica com o próprio encaminhamento mercado(algumas empresas chegam a arcar com cestas básicas e assistência médica).






quarta-feira, 9 de novembro de 2011

TV N' Ativa! A importância da comunicação eficaz.

   Para ser eficaz você precisa compreender que a comunicação consiste em mais do que falar. A palavra representa apenas 7% da capacidade de influência entre as pessoas. Para comunicar-se bem é preciso formar uma estrutura que dê mais poder à sua comunicação.São estes os três componentes que têm influência na comunicação humana, e o seu poder em porcentagem:Palavra 7% Tom de voz 38% e Linguagem corporal 55%.Tudo isso podemos ver neste vídeo.Um intelectual humano defendendo uma causa com "PROPIEDADE"



     

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Vencedores do Prêmio-Ser Humano 2011


    Em São Paulo durante o 37º CONARH ABRH, a ABRH-Nacional anunciou os vencedores do Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia 2011.
Em clima de descontração, a cerimônia foi comandada por Cássio Cury Mattos, presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-Nacional, e Cristiane de Ávila Fernandes, presidente da ABRH-MG.
Após a entrega dos troféus, premiados e convidados comemoraram a vitória em uma festa animada pelo multi-instrumentista Milton Guedes.
Eles foram os premiados desta edição:


MODALIDADE GESTÃO DE PESSOAS
Categoria Empresa
Ouro
Mapfre – Gestão de pessoas gera a felicidade em ambiente de trabalho diferenciado
Prata
MWM International – Fabrincando férias
Bronze
Algar Universidade de Negócios – Academia da Excelência – Rentabilidade e certificação do conhecimento

Categoria Profissional
Ouro
Marcia Salibian e Monalisa Trouquim – Do apagão à energia dos talentos
Prata
Terezinha Sette – Projeto "Um outro olhar"
Bronze
Débora Dado – Inovação e estratégia alterando as bases da competição: O produto Visa Vale

Categoria Acadêmica
Ouro
Kátia Barreiro Magni – Efetividade do processo de coaching
Prata
Joana Francisca Guedes Pereira e Nailde José dos Santos Lira – A gestão da qualidade com uso de metáforas dinâmicas em função da valorização do ser humano e um atendimento com excelência (Estudo de caso aplicado em um call center universitário)
Bronze
Vera Lúcia da Conceição Neto – O efeito das abordagens andragógicas criativas no processo de ensino e aprendizagem

MODALIDADE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Categoria Empresa Cidadã
Ouro
Fundação Vale – Ação Educação da Fundação Vale
Prata
Braskem – Fábrica do saber: Transformação pela educação
Bronze
Breithaupt – De mãos dadas com a inclusão

Categoria Organizações do Terceiro Setor
Ouro
Apae-Salvador – Opaxorô: A arte movida pela prática cidadã
Prata
Instituto Aprender e Trabalhar – Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho – Projeto Banco HSBC
Bronze
Fundação Pró-Rim – Grupo Rins do Riso

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ASSÉDIO MORAL-Por Maria Betânia Amaral Rodrigues de Almeida Virães

CONSTRANGIMENTOS E HUMILHAÇÕES DISFARÇADAS DE TÉCNICAS DE “MOTIVAÇÃO”


        Os conflitos travados nas relações trabalhistas sempre existiram isto é um fato. E faz parte de toda relação humana. O problema surge no momento que estes conflitos extrapolam os princípios éticos e fogem ao controle. No ambiente de trabalho esta perda de controle chama-se assédio moral.
            O assédio moral é extrapolação de um conflito, é o abuso do poder, é a forma mais vil e desumana de se tratar o semelhante.
            Apesar de tudo que se vem falando na mídia, nas consultorias e nos centros acadêmicos no sentido de se combater o assédio moral, ele vem crescendo e em alguns casos se camufla atrás de “técnica de motivação”. Como foi no caso de uma agência bancária em Goiânia-GO, onde o funcionário foi obrigado pela chefia a passar o dia todo de trabalho carregando uma tartaruga na mão. Pois, ele era considerado um funcionário “lento”. E o seu encarregado imediato, defendeu-se dizendo que era uma técnica de motivação com o intuito de fazer o funcionário ficar mais “esperto”, mais “ligado”.
            O assédio moral, no ambiente de trabalho, pode ser cometido pela chefia, quando esta abusa do seu poder e humilha, constrange e ameaça o subordinado. Pode ser cometido entre os colegas de um mesmo setor da empresa. Pode ser cometido partindo dos subordinados que intimidam a chefia, sendo este último mais raro de acontecer.
            De qualquer forma é praticada a humilhação, o desrespeito, o que acarreta danos morais para as vítimas e danos financeiros para a empresa, sem contar que esta também fica com a sua imagem manchada no mercado que atua.
            Os que são assediados desenvolvem patologias psíquicas e físicas, tais como: dores de cabeça, gastrite, enfartos, crises nervosas, falta de ar, síndrome do pânico, depressão etc. e muitas vezes leva-os a prática do suicídio. O que segundo uma pesquisa da USP/2000 é mais comum entre os homens esta prática, os números chegam aos 100%. Os danos são quase que irreversíveis e a vítima precisará de muito apoio profissional para recuperar o seu estado sadio.
            Em casos de assédio moral a empresa irá pagar as indenizações que, dependendo do entendimento do juiz que julgar o caso, podem ir de um salário mínimo até quantias acima dos 10 milhões de reais. Como foi o caso de uma fábrica de bebidas na cidade de Salvador-BA, onde o gerente de vendas obrigou todos os homens da equipe que não bateu a meta a passarem meia hora vestindo saia e segurando um pênis de borracha na mão, e para a equipe que bateu a meta ofereceu de “prêmio” a secretária. O caso foi parar no Ministério do Trabalho e a empresa foi condenada a pagar a quantia de 10 milhões de reais ao grupo assediado e ainda foi obrigada a confeccionar um livreto contendo regras sobre o assédio moral e ficou estipulado que a cada quebra de uma dessas regras a empresa pagaria a quantia de 20 mil reais de multa que seria destinada ao Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT. E, também, neste caso, o gerente, em questão, afirmou que era uma “técnica de motivação”, uma “brincadeirinha” para motivar a sua equipe de vendas.
            Defendo que a palavra contra a prática de assédio moral tem que ser: BASTA! Não podemos compactuar com tal prática dentro das organizações e em nenhum outro lugar. O assédio moral é um crime e como tal deve ser tratado.
            Devemos cultivar os princípios éticos nas relações sociais que desenvolvemos no nosso cotidiano, uma lição que aprendi com os meus pais, que aprenderam com os pais deles e assim por diante: “Trata os outros como gostaria de ser tratado”. E outra lição que aprendemos há mais de dois mil anos atrás e que devemos praticá-la já: “Ama ao próximo como a ti mesmo”. Simples, assim.

Desenvolvido por:Maria Betânia Amaral Rodrigues de Almeida Virães.
Graduada em Sociologia, Pós-graduada em Planejamento Estratégico e Adm. de Recursos Humanos; Dinâmica de Grupo e Consultoria Organizacional; Formação de Educadores e Gestão Educacional, Mestranda de Ciências das Educação e Professora do Instituto Brasileiro de Gestão & Marketing-IBGM.