quinta-feira, 28 de julho de 2011

''O quanto a liderança do gestor influência o funcionário como membro de grupo.''

     Uma empresa conceituada do ramo farmacêutico que está a um longo tempo no mercado de trabalho reconhece o quanto a liderança dos seus gestores influência no comportamento dos seus colaboradores.
     Tendo em vista esta afirmativa notou-se que,numa loja da rede a administração de dois gestores é distinta.Levando em consideração tanta diferença serão traçados seus perfis e como seus liderados reagem diante da situação,com o objetivo de divulgar,compreender e compartilhar este caso.
     A gestora S.L responsável pela área de vendas é uma líder democrática,exerce uma relação amigável com seus liderados esses que por sua vez sentem confiança em  seu trabalho.Reconhecem suas competências técnicas e aprovam sua gestão evitando assim a insatisfação no ambiente de trabalho.
       De acordo com Vergara(2006):Nós que nos motivamos.Tudo que as outras pessoas podem fazer é estimular,incentivar,provocar nossa motivação.Tendo um bom entrosamento com seus funcionários S.L põe em prática esta teoria no dia a dia de trabalho,buscando sempre estimular e incentivar para que todos sintam-se motivados,encontrando assim no ambiente organizacional o elo entre motivação e satisfação.
           Em contrapartida o gestor R.N que está à frente do setor de distribuição tem uma postura autoritária,onde impõe medo e constrangimentos em seus funcionários,utilizando métodos clássicos para punir.Pôde ser visto nesta gestão que não há
espaço para elogios quando o colaborador desempenha um bom trabalho a única motivação ocorre em seu salário sendo acrescido de comissões.
          Segundo Chiavenato (1999), Lawler encontrou evidências que o dinheiro pode motivar tanto comportamento como companheirismo e dedicação,porém ele somente tem pouca potência motivacional, pois não é aplicado de maneira correta pelas organizações.Sabendo que apenas este incentivo não é capaz de evitar a insatisfação do colaborador,pelo fato dos mesmos terem sua moral abalada e testada a todo momento.                                                                                           
    Tendo em vista esta visão reducionista e mecanicista por parte do gestor,é notável o reflexo em seus colaboradores.São pessoas aversivas ao local de trabalho,contidas às relações sociais com os demais grupos da organização,tornando-se apáticas e sempre na defensiva.Por outro lado os colaboradores da gestora S.L são pessoas satisfacientes de suas necessidades,não só pela remuneração mais também em suas questões sociais.Equipe comunicativa e aberta à novos processos.
      Diante a diferença podemos perceber a influência dessas gestões sendo refletida nos funcionários,de modo que a percepção de tal situação é peça-chave para o desenvolvimento do intelectual humano na organização.

Análise de caso desenvolvida por:Luiz Melo,Luciana Souza e Monique Santos.

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